Archive for August, 2008

Meu mantra para as próximas 24 horas08.21.08

i am able to easily discipline myself
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Uma nota pessoal para desfazer um mal-entendido08.21.08

IMAGE_325 Para todas as pessoas que me chamaram no MSN, me mandaram e-mail ou me deixaram comentários tristonhos perguntando:

“Meldels! O quê aconteceu, CAROL? BRIGARAM? PORQUE VOCÊ LARGOU O LU? SUA LOUCA!”

Gente. Gente! Calm down. Eu não larguei o Luciano. O post ali embaixo refere-se ao meu ex-namorado. Ex… Sacou? Sim, povo. OUTRA pessoa.

Eu tive uma pseudo-vida antes do Lu, que felizmente já acabou. O sr. estabanado.com.br é como televisão a cabo: não sei como é que eu vivia antes sem ele.

Nossa parceria entrou agora no sétimo mês de sucesso. É o meu melhor amigo, meu companheiro… Temos filhas e planos: crianças, kombis, casinhas com cerquinhas brancas, jardins de ervas e prestações à perder de vista para pagar pelas férias da família na Praia Grande.

Meu futuro marido.

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Cinema Nacional…08.21.08

Eu já manifestei minha má vontade com o cinema nacional aqui no blog. E já fui rechaçada por isto, tanto nos e-mails quanto nos comentários. Hoje eu li um post que falou tudo, MAS TUDO, que eu gostaria de dizer sobre o cinema nacional. Por favor, cliquem aqui e leiam. E releiam.

I rest my case.

Observação: Li a dica do post no Jesus me chicoteia.

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Duas camisetas legais08.21.08


camiseta1 camiseta2

Ambas são do www.threadless.com

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Momento Olímpico08.21.08

O grande nome destes jogos olímpicos será o técnico José Roberto Guimarães. Este é o cara que treinou a primeira seleção brasileira de vôlei campeã olímpica em 1992: quem não se lembra do time formado por Tande, Maurício, Giovanni, Marcelo Negrão e cia? Eu confesso que não terá título que o time de Bernardinho ganhe que me emocionará como aquele.

Dezesseis anos depois, Zé está prestes a fazer história. Pode levar o vôlei feminino ao seu primeiro título olímpico.

Ele andou meio desgostoso com a vida no vôlei por alguns anos. Chegou até a ser dirigente do Corinthians no começo do século, alguém se lembra? Ficou dois anos gerindo o futebol, até que resolveu voltar ao vôlei. Aceitou o desafio de comandar a zoadíssima seleção feminina em um momento delicado: o treinador anterior, Marco Aurélio Motta, deixou o Brasil com problemas de relacionamento e o pior resultado da década: um sétimo lugar no Grand Prix de 2003.

Zé conseguiu arrumar a casa e levar o Brasil à semifinal dos jogos olímpicos de 2004, onde as meninas tiveram a mais traumática derrota (e a maior amarelada) de todos os tempos: a inesquecível derrota para a Rússia, depois de ter o placar de 24 x 19 a nosso favor e precisar de apenas um ponto para fechar o jogo.

De lá para cá, muita coisa mudou. Zé arrumou uma briga pública com o técnico da seleção masculina, o já citado Bernardinho, e sua esposa Fernanda Venturini, ex-amarelona-levantadora. Ganhou a antipatia de parte da imprensa e da torcida. Mas fechou o time e o grupo. Conseguiu uma coisa impensável há quatro anos: nunca o Brasil teve um time tão forte mentalmente.

O final desta história será no sábado, 09 da manhã. Assistirei desde o início, cornetarei o Galvão e torcerei muito, mas muito, pelo Zé Roberto. Pois no sábado ele se tornará o maior treinador da história do vôlei. E os valores das palestras do Bernardinho cairão pela metade!

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