Isolamento funcional
Todo dia ela faz tudo sempre igual…
Acorda de um sono forçado, do qual não queria despertar. Café da manhã, banho e outras amenidades. Trabalho, muito trabalho… É no trabalho que a vida toma forma. Com ele, existem momentos felizes.
Horas e horas de pseudo-felicidade. Até a hora de retornar à vida real. Rotina. Sempre as mesmas coisas, as mesmas pessoas. Os mesmos programas, os mesmos prazeres. A mesma falta… de vida.
A pergunta da vez é “O quê você quer?”
Existe a esperança diária de salvar quem não quer ser salvo. Tramóias, façanhas, descobertas. Tudo em vão.
Será que realmente vale a pena se matar, aos poucos, para não aborrecer quem já morreu e não percebeu?
Falta aquele momento. O momento da iluminação, do arrebatamento. Aguardamos todos os dias o momento da redescoberta.
Como avisar que ainda dá tempo de se redescobrir? Um recado? Uma conversa? Um escândalo!
Não. Vou começar por um post.








Olha só que coisa… hoje eu to me sentindo “annsimm” meio cansada da vida, dai eu fiz meu “post do dia” com a letra de musica do Raul Seixas (tente outra vez) pra ver se me animava um pouco, depois dei um passadinha aqui…. acho que tem tudo e ver.
Bejus linda e inté.
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A vida é assim… mas até a rotina tem sua beleza. Embora nem sempre estejamos abertos a enxergá-la. A falta da rotina também nos esvazia quando nos damos conta. A resposta está dentro de nós, não fora.
:0)
Beijos!
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