Kiwi Nuclear

Tecnologia, esportes e as outras coisas boas da vida.

Archive for November, 2009


A técnica pomodoro de gerenciamento de tempo

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Um scrum pessoal. Acho que esta é a melhor definição para a tão falada técnica pomodoro de gerenciamento de tempo, criada no começo dos anos 90 por um italiano que não conseguia se sentir produtivo.

Na teoria tudo é lindo. A técnica tem regras bem simples:

- Trabalha-se por 25 minutos em uma mesma tarefa sem interrupções. Cada segmento de tempo de 25 é chamado de pomodoro.

- Ao final destes 25 minutos, você pode curtir um intervalo de cinco minutos. (Yey! Twitter!)

- Ao final de 4 pomodoros, deve ser feito um intervalo mais longo. Tipo de meia hora ou até mais. (Coxinha?)

Muita gente boa já escreveu sobre a técnica, recomendo a leitura do post do Pensa Rics para ter uma ideia mais abrangente das regras.

Os materiais? Os básicos: uma folha de papel para anotar a sua lista de tarefas do dia e um timer simples, como os usados na cozinha.

en_1-233x350Arranjei um timer de vaca e parecia o companheiro ideal para o meu trabalho. Mas como eu acreditei que um timer de cozinha não é um bom adorno para a minha mesa já zoneada, escolhi instalar um aplicativo no iPhone que funciona tanto como timer quanto como lista de tarefas. 

No dia a dia, percebi que a técnica pomodoro me ajuda bem mais em pesquisas e estudos do que no trabalho. Em alguns casos é impossível determinar quantos pomodoros vou precisar para terminar uma determinada tarefa, relatório ou similares.

Mesmo assim, consegui reservar dois pomodoros diarios para estudar e outros dois pomodoros para criações não relacionadas ao trabalho.

E este post é parte de um dos pomodoros diarios da criação. Será que eu desperdicei um bom tomate? Se eu consegui prender a sua atenção até aqui, acho que não :)

A nova busca pelo amor

Não existe nenhum novo relacionamento amoroso que não tenha o dedo de alguma tecnologia. É impossível conhecer uma pessoa sem trocar e-mails, sms e links de redes de relacionamento.

Nos últimos dois ou três anos, o primeiro contato profundo com um pretendente é normalmente pela internet. Você pode até conhecer o objeto de seu afeto antes de criar um vínculo de bits e bytes, mas é a tecnologia que vai te unir a ele.

Isto criou uma série de novos problemas, como a traição 2.0, a discussão de relacionamento 2.0 e a assustadora relação diga-me-com-quem-andas 2.0 – Se antes você precisava de um churrasco ruim para conhecer os amigos desastrosos de seu companheiro, agora basta uma rápida busca nos Orkuts, Facebooks e Twitters…

(Só para deixar claro: os poucos amigos do meu Luciano são ótimos, mmmmmmkay?)

Muita gente fala que esta nova forma de relacionamento está matando a intimidade. Pois foi com empolgação que eu vi a palestra da antropóloga Stefana Broadbent, compartilhada neste post. Ela diz (e prova) justamente o contrário: a internet está aqui para nos unir.

Alguém ainda tem coragem de dizer o contrário?