A nova busca pelo amor
Não existe nenhum novo relacionamento amoroso que não tenha o dedo de alguma tecnologia. É impossível conhecer uma pessoa sem trocar e-mails, sms e links de redes de relacionamento.
Nos últimos dois ou três anos, o primeiro contato profundo com um pretendente é normalmente pela internet. Você pode até conhecer o objeto de seu afeto antes de criar um vínculo de bits e bytes, mas é a tecnologia que vai te unir a ele.
Isto criou uma série de novos problemas, como a traição 2.0, a discussão de relacionamento 2.0 e a assustadora relação diga-me-com-quem-andas 2.0 – Se antes você precisava de um churrasco ruim para conhecer os amigos desastrosos de seu companheiro, agora basta uma rápida busca nos Orkuts, Facebooks e Twitters…
(Só para deixar claro: os poucos amigos do meu Luciano são ótimos, mmmmmmkay?)
Muita gente fala que esta nova forma de relacionamento está matando a intimidade. Pois foi com empolgação que eu vi a palestra da antropóloga Stefana Broadbent, compartilhada neste post. Ela diz (e prova) justamente o contrário: a internet está aqui para nos unir.
Alguém ainda tem coragem de dizer o contrário?