A empolgação com o Foursquare
Gosto tanto do Foursquare que evangelizei mais de uma dezena de pessoas. Muitos dos meus amigos mais próximos e até meu marido aderiram à febre, uma mistura de rede social com jogos e ferramenta de geolocalização. Meu post sobre o assunto é o mais visitado em meu blog em todos os tempos de existência do Kiwi Nuclear.
É oficial: O Foursquare pegou. Até uma declaração para a Isto É eu fiz. Pessoal me encontra na rede e me enche de perguntas sobre ele, principalmente jornalistas perdidos.
Muitos brasileiros entraram na rede depois daquele três de dezembro em que descrevi as maravilhas do programa. Naquele tempo, eu era a única pessoa a mapear os locais de consumo do bairro em que moro, a maravilhosa Mooca. Hoje já identifico mais de uma dúzia de pessoas que cadastram locais no bairro. O número pode não impressionar, mas o crescimento de 1200% no Brasil em três meses é real!
Hoje o Foursquare é aquilo que o Twitter foi em 2007/08: para poucos e para os bons.
Arrogante? Blah…
Ele está se popularizando e será sim, a próxima febre da Internet. E aqui fica um apelo: conterrâneos, não destruam o Foursquare. Não cadastrem piadinhas como locais, não façam checkin na mesa do seu colega de trabalho, não façam declarações idiotas para a ex-namorada, não usem como ferramenta de protesto dando checkin no trânsito. Usem o serviço corretamente! Com muita moderação, com grafia e endereços completos.
E aproveitem a informação! Estamos construindo o maior mapa de consumo que já foi construído no Brasil.
Clichezão pra vocês: Sejam úteis e não fúteis.
